quinta-feira, 5 de julho de 2012

O Calor do amor . . .

Sopra o vento uivante, pelas fresta da janela, a aragem gélida ataca nossos corpos, causando um arrepio tal que todo e mais ínfimo poro da pele fica sobressaltado com tal violência. No meio de tudo isto com um abraço forte e sentido, nossos corpos se unem e no calor se fundem, e na brisa gélida se confundem. O verão nasce quando o amor no ar se levanta, todo o ambiente aquece e tu nos meus braços adormeces, confortável e serena esteja frio ou quente no mundo, no nosso mundo tudo é calmo e sereno e agradável, como os  beijos que os meus lábios com os teus partilham, o toque leve e suave de teus cabelos, tão macios como cetim, e cheiro a jasmim que me faz adormecer agarrado a ti, sonhado contigo por tempo sem fim.

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